Por que dói?

Publicado: 12 dezembro 2011 em Sem categoria

É difícil alinhar as expectativas… principalmente, quando elas ficam nas entrelinhas. Mas e quando as perguntas são feitas claramente e as respostas ficam tácitas, porque parecem óbvias demais para serem verbalizadas? Engodo para fazer nascer no outro aquele sentimento de “Que coisa boba a minha. Não precisa de insegurança!”.

Mas o tempo descortina, muitas vezes, sem a introdução de um mestre de cerimônias. E o que um assistia como um clássico era, para o outro, um descartável folhetim. Mesma plateia. Estórias vistas de formas diferentes.

Dói quando algo tratado com tanto apreço, cuidado e vontade é apenas 2ª categoria para o outro. Que muito do discurso não passa de dissimulação e egoísmo. E que, assim mesmo, precisa ser superado na (falsa?) esperança do espetáculo realmente ser visto como espetáculo.

Apenas uma nota, maestro.

Publicado: 10 novembro 2011 em Sem categoria

Hoje, logo pela manhã, uma amiga relembrou a consagrada “El dia en que me quieras”, do Gardel, cantarolada por sua mãe… inevitavelmente, a sala se encheu dos sons da infância, porque a minha também me ensinou essa.  E outras, outras, outras.

Minha família era – e é – muito musical. Sempre foi assim: não havia reunião sem os acordes desafinados de  um parco violão ou o coro de parantes, um rádio ligado ou caixinha de fósforo.

Quando pequena, ficava atenta ao rádio, maravilhada com minha suposição de que havia uma população de cantores, locutores e times de futebol dentro dele. E a minha maior questão não era como eles viviam lá dentro, mas por onde eles entravam. Pior: como eu não tinha visto isso?!

Eu vivia com música. Meu avô tocava sanfona… e qdo ele tirava a sanfona da frente, aparecia o barrigão. Para mim, ele guardava a dita dentro dela. E ele ajudava minha fantasia. Toda vez que eu o abraçava e colocava minha orelha no barrigão, ele imitava uma sanfona. Meus olhos brilhavam.

Mais velha, eu orquestrava, com a agulha de tricô da minha mãe, bonecas habilidosas, muitas vezes as acompanhando ao piano desenhado no degrau da escada.

Com o tempo, vieram as fitas k7 – sempre deixando-a no ponto para quando “aquela música” começasse… e ao primeiro tom, era uma correria dentro de casa para chegar a tempo e não perder os segundos iniciais da música. Depois foram os LPs, os shows ao vivo, os cds e o paraíso: Napster, Kaaza e uma infinidade de programas que permitiam baixar e ouvir música vinda de todas as partes do mundo (!!!).

E desde que me entendo por gente é assim: claves de sol me iluminam!

Keep Running

Publicado: 5 dezembro 2010 em Palavras
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Não fosse o relógio, com certeza me enganaria quanto às horas. O sol estava a fins de mostrar o merecimento de seu título de centro desse sistema e já cumpria seu intuito com a maestria de sempre… às 07h!

Sou daquelas (que só dizem sim… OPS! Não é a música do Chico) que mergulham em olhares, rostos, atmosferas e não foi diferente desta vez. A vida me atrai e tudo é motivo de minha atenção, ainda mais num universo onde há milhares destes motivos!

Acho graça na moça dentro do banheiro retocando sua pintura: seu rosto, como obra na moldura do espelho, estará coberto de suor em alguns instantes, fazendo-a parecer saída de uma capa do Alice Cooper!  O que seria da vida sem a arte?

Casais, cachorros, magros, gordos, atléticos, incentivados por causas nobres ou não, partilham do mesmo objetivo: completar a prova. Alguns mais profissionais, outros mais amadores, unidos da mesma forma. A minha era modesta: 45min!

Na largada, bons dias e aplausos do staff fazem a alegria dos corredores,  ainda com o putz-putz ao fundo. Em breve, apenas a música dos solados dos tênis e a respiração já ofegante de alguns. Não! Não se ouve um pio, uma conversa. São todos reverentes e focados, permitindo à orquestra de pés e peito revelar o talento da percussão.

Corro e mantenho a ideia fixa de não caminhar. Sim, serão 5k em corrida, mesmo com ritmo leve. No primeiro posto de água, sinto-me feliz por já estar quase na metade, ainda me sentindo bem… e continuo. Brindo meu rosto com um jorro, dou uma golada no resto e continuo. Ainda tem chão e estou feliz por fazer parte disso. Sinto-me especial e privilegiada.

Mais um pouco e a primeira placa indicando os metros finais aparece. Meu Deus, eu não senti sequer vontade de caminhar, nem uma vezinha. Fico embargada, mas com uma respirada, recomponho. Não é hora, ainda.

Faltam 300m! Cliques dos fotografos!!! Faltam 200m… Faltam 100m… Cheguei!!!

E quando olhei o relógio, qual foi minha surpresa e emoção? 35min e alguns segundos.

Eu tive a perfeita sensação de missão cumprida, tive orgulho de mim por ter chegado melhor do que esperava e a certeza de poder cumprir meus objetivos fora do asfalto.

Peguei minha medalha, como uma criança que recupera um brinquedo perdido. Ali estava a prova de onde eu posso chegar, se eu realmente quiser… e cada vez mais, eu quero!

Essa foi a primeira de muitas, mas com certeza, será sempre a mais importante, pois foi ali que voltei a acreditar e ter esperanças em coisas já perdidas…

Agora…

Publicado: 2 novembro 2010 em Sem categoria

… só falta fazer.

E o que impede a atitude?

Realizar, muito mais do que pensar.

Aí vou eu!

And, I sing it!

Publicado: 2 setembro 2010 em Sem categoria

Na vida é preciso compreender e aceitar despedidas

É preciso deixar o passado pertencer ao seu lugar na história …

Nem por isso, devemos nos privar de amar e ver com carinho os acontecimentos de determinada época, mas… saber distinguir o tempo é essencial para uma experiência genuína de felicidade.

Nada mais quero hoje além desse exato instante.

E que venham as novidades!

Era uma vez…

Publicado: 25 agosto 2010 em Sem categoria

… uma crisálida que se rompeu! E a borboleta foi cumprir sua sina de gerar furacões.

Fim!

Assimetrias…

Publicado: 9 agosto 2010 em Sem categoria

“Assimetrias me autenticam” seja, talvez, a melhor frase para me definir.

Eu gostaria de poder elencar todas elas, pois se existe um temor em mim ele chama desapontar. Muitas vezes não posso evitar fazê-lo,  uma vez que eu sou um ser assim tão torto e cheio de idiossincrasias.

Gostaria de ser simples em algumas definições, mas reconheço esta como uma missão impossível. Algumas coisas tão naturais em mim podem parecer tão graves no outro, sem de fato parecer um defeito até aquele dia. Por exemplo, uma vez ouvi que meu bom humor pela manhã era a coisa mais irritante do mundo. Sinto muito, mas tire as calças e pise em cima. Isso eu não mudo.

Eu já agi mal com quem não merecia e tratei com ares reais alguns que não valiam vintém. Fiquei arrependida, segui e não repeti, mas está na minha história. Isso vale?

Eu não sei.

Sei apenas do meu intuito de ser melhor, de aprender, de abrir o olho, agir pelas novas qualidades, hesitar pelos novos defeitos e até os de sempre.

O diamante aqui é bom e duro, mas está em fase de lapidação.

Penso como vai minha vida
Alimento todos os desejos
Exorcizo as minhas fantasias
Todo mundo tem um pouco de medo da vida

Pra que perder tempo desperdiçando emoções
Grilar com pequenas provocações?
Ataco se isso for preciso
Sou eu quem escolho e faço os meus inimigos

Saudações a quem tem coragem
Aos que tão aqui pra qualquer viagem
Não fique esperando a vida passar tão rápido
A felicidade é um estado imaginário

Não penso em tudo que já fiz
E não esqueço de quem um dia amei
Desprezo os dias cinzentos
Eu aproveito pra sonhar enquanto é tempo

Eu rasgo o couro com os dentes
Beijo uma flor sem machucar
As minhas verdades eu invento sem medo
Eu faço de tudo pelos meus desejos

Saudações a quem tem coragem
Aos que tão aqui pra qualquer viagem
Não fique esperando a vida passar tão rápido
A felicidade é um estado imaginário

Por um triz…

Publicado: 27 julho 2010 em Sem categoria

…A virtude poderia ter se feito vício

e o que era claro e brilhante, poderia ser treva.

Por um triz escapei de me perder no labirinto escuro, sem comida, sem costume, sem volta.

Por um triz quase falei o que não devia.

… do que do problema. Vamos assinar a petição contra a fome no mundo.

Porque internet não serve só para fuçar a vida alheia…  :Afinal, todos podem ter vidas interessantes e repletas, basta ir atrás dos temas certos.

Cá pra nós, fofoca e futrica são as coisas mais caretas e pouco criativas do mundo! ;-)

Madrugadora – de um jeito meu

Publicado: 14 julho 2010 em Sem categoria

Todos os dias prometo ir para cama mais cedo, mas a madrugada me provoca e pensamentos logo se transformam em coisas concretas. A madrugada me faz tocar em delírios e nada posso fazer se não usufruir desta experiência fantástica. Nunca me neguei à experimentar.

Horas à dentro da noite apuram minha audição e nelas posso perceber as notas, ora,  abafadas pela afinada-apática orquestra cotidiana. Partituras me convidam a trafegar e vou. Nunca me neguei a bons convites.

Essa é a hora em que os sentidos me proporcionam uma experiência sem par, pois estão harmoniosamente juntos, alertas e prontos a arrancarem o melhor da minha capacidade sensível. Para mim, não é algo que se possa perder.

Daqui, olho minha cama com a certeza que só estarei nela quando estiver quase abduzida pelo sono.

Até lá, minha companhia não poderia ser melhor…

Eu prefiro assim.

Publicado: 8 julho 2010 em Sem categoria

Digam, digam sobre minha vida sem rumo,

Minha falta de prumo,

Falem todos sobre minhas assimetrias.

Cavalgo sobre meus erros, sempre sorridente, mesmo com dentes a menos, mesmo depois de derrubada por lindos corcéis. Dispenso, sem hesitar, ” jegues que me carreguem”. Registrem isso em meu epitáfio.

Falem, livremente, sobre minha loucura, minha doçura e meus cabeludos palavrões. Lembrem a todos quando cai N vezes, das más companhias, dos amores errados. Detalhem as piores histórias, as preocupações dadas a mamãe, as coisas inacabadas, as pessoas magoadas… Façam isso por mim.

No mais, meu espírito carrega uma convicção incongruente e acredita sem titubear que esse corpo aqui deixa um rastro de encanto, riso e luz  por muitos lugares. Enxerga onde ninguém vê e fecha os olhos quando nada mais há de se olhar… e por isso sente plenamente.

Dieu réunit ceux qui s’aiment

Publicado: 7 julho 2010 em Música

Le ciel bleu sur nous peut s’effondrer
Et la terre peut bien s’écrouler
Peu m’importe si tu m’aimes
Je me fous du monde entier
Tant qu’l'amour inond’ra mes matins
Tant que mon corps frémira sous tes mains
Peu m’importe les problèmes
Mon amour puisque tu m’aimes

J’irais jusqu’au bout du monde
Je me ferais teindre en blonde
Si tu me le demandais
J’irais décrocher la lune
J’irais voler la fortune
Si tu me le demandais

Je renierais ma patrie
Je renierais mes amis
Si tu me le demandais
On peut bien rire de moi
Je ferais n’importe quoi
Si tu me le demandais

Si un jour la vie t’arrache à moi
Si tu meurs que tu sois loin de moi
Peu m’importe si tu m’aimes
Car moi je mourrais aussi
Nous aurons pour nous l’éternité
Dans le bleu de toute l’immensité
Dans le ciel plus de problèmes
Mon amour crois-tu qu’on s’aime
Dieu réunit ceux qui s’aiment

Por convenção, mídia interativa é toda a comunicação em que o usuário pode interferir em tempo real no fluxo de informações como gerador e transmissor de conteúdo. Em tempos de internet e todos os canais elaborados para seu acesso, não há quem escape da interação como agente e receptor, consequentemente tornando-se íntimo dos meios midiáticos e aumentando exponencialmente a audiência destes.

Entre outros, esse cenário tem sido muito positivo para a promoção de talentos, pois ficou fácil e menos dispendioso divulgar idéias e projetos. O youtube é exemplar neste quesito mesmo não permitindo uma intervenção em tempo real: apenas” possibilita up/download, acesso simultâneo de conteúdo, troca de opiniões, referências etc. Andiamo…

Um sem número de músicos e humoristas, para citar duas categorias muito badaladas,  conseguiram alcance de público inimaginável em outras épocas usando este atalho. Ao divulgar sua produção sem intermediários, evita-se o desgaste imenso sofrido por quem opta pelo caminho usual. Ou seja: fácil, viral e estatístico.

A genial dupla estados unidense Jack Conte e Nataly Dawn do Pomplamoose é um caso de sucesso do meio. No verão de 2008, a Pomplamoose começou a gravar Videosongs em um estúdio musical doméstico, valendo-se de ótimas e inusitadas versões de múicas e uma  “linha narrativa” íntima e bem humorada, arrematada por uma edição para lá de irreverente. Ganhou público, credibilidade e um contrato com a iTunes para venda de suas canções.

Nas redes sociais, há um progresso visível que já estrapolou o conceito de networking. A ferramenta é  prática, interessante, objetiva na disseminação de opiniões, na divulgação de conteúdos, dicas, jogos, enfim, uma boa forma de exercer toda a interatividade que se tem direito.

As mídias interativas é hoje um trunfo, mas uma grande dúvida também. É inegável o quanto ela é mal utilizada e o quanto ainda precisa ser feito regulamentar juridicamente seus usos, mas estamos caminhando mais e  melhor nessa direção.

Enquanto isso, sejamos usuários, geradores e críticos dentro dos meios interativos, de forma a colaborar em sua qualidade em todos os aspectos.

Au revoir, mes amis!

Camalear é impreciso.

Publicado: 4 julho 2010 em Palavras
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As mudanças caem no meu colo e geram oportunidades incríveis!

O próximo semestre será grande e para homenageá-lo, vou entrar no estirão!

“Vida, louca vida, vida breve. Já que eu não posso te levar, quero que você me leve”.

Fernando Jaeger

Publicado: 28 junho 2010 em Designers

A inventividade do brasileiro é indiscutível em qualquer parte do mundo e cada dia mais nossa produção tem se especializado, técnicas e estilos desenvolvidos e fincamos bandeira no território do design (por sinal estilosa e original!). A introdução é sobre a criatividade brasileira,  mas o intuito é discutir design, seja a produção de profissionais ou temas da área.

E para inaugurar essa categoria, falarei um pouco de um dos mais conceituados e engajados designers brasileiros: Fernando Jaeger.

Acho que te conheço de algum lugar... Você não é o... o...

Desde de cedo, com lápis na mão, Jaeger tirava os pés do chão desenhando aviões, com a pretensão de se tornar piloto algum dia… continua esses vôos até hoje, não à frente do manche e sim da prancheta! Pois é, certas paixões nos acompanham por toda nossa finitude. Cresceu, descobriu o desenho industrial e começou a carreira com uma meta audaciosa. A empresa em que trabalhou tinha o intuito de fazer frente à sua concorrente sueca no segmento. E foi!

Aprendeu desde a escolha dos materiais até a operação das máquinas. Cresceu! E em seu trajeto oportunidades foram criadas para si e seu público, como, por exemplo, a consciência de utilizar materiais ecologicamente corretos, a postura de produzir peças duráveis e não datadas, sem deixar a versatilidade e a beleza de lado.

Daí para frente, recebeu prêmios por suas criações, como a cadeira Ox, produzida até hoje e considerada uma das melhores em madeiras alternativas.

O designer tem produtos fortemente influenciados pela Escola Bauhaus, visto a racionalidade e funcionalidade das formas, mas não deixa de lado todas as possibilidades das cores e padronagens que os materiais oferecem, apresentando muita criatividade no todo.

Seus móveis e produtos, por exemplo, são do tipo afetivo: oferecem a possibilidade de compor ambientes bem sociáveis, daqueles para ficar confortável conversando horas a fio.

Hoje, seu trabalho pode ser conhecido em 3 lojas em São Paulo e 1 no Rio, mas também tem o site com todos os produtos: tecidos, móveis, tapetes… enfim, um deleite!

Acessa o site do Jaeger. Lá tem seu portifólio para download e uma infinidade de peças para admirar e querer levar para casa!

A revolução comportamental feminina, obra em pleno processo, conquistou direitos  legítimos às mulheres, dando condições para se expressarem mais, criarem mais, enfim, proporcionarem ao mundo uma visão diferente de forma mais efetiva e concreta. Conseguiu ultrapassar clichês cor-de-rosa, tirar rótulos e romper o estereótipo de fragilidade, embora muito ainda há de ser feito e não é segredo o quanto existe de discriminação, violência, assédio moral sendo praticados com a naturalidade de um primata, apenas para citar algumas atrocidades e imbecilidades. Nisto tudo, o mais triste é que muita dessa discriminação é praticada e incentivada pela própria mulher, mas esse assunto merece pauta exclusiva e eu tratarei no futuro (conveniente).

Destas conquistas todas, uma parece ser a mais difícil e ainda muito distante de ser resolvida: a relação da mulher com o sexo e o próprio corpo.

Instinto primitivo básico, como dormir, comer, defecar, o sexo está intrinseco em nossa existência, é forma simples de garantir a perpetuação da espécie e entre outos… é uma delícia, claro. O histórico sobre como o sexo foi introduzido (não é um trocadilho infâme) na vida da mulher civilizada, as regras de conduta eclesiásticas e coisa e tal, foi uma pedra na vagina de muita gente por séculos, transformando o ato sexual em algo quase místico.

Primeiro, colocaram em nossas camas os pais, a igreja, a moral civil estabelecida, a obrigação. Século depois, as obrigações mudaram, mas continuaram obrigações… e obrigações na hora do sexo faz qualquer um ficar frio.

A mulher, nesse aspecto, é meio tonta. Se deixa levar por qualquer conversa. A maioria aceita, engole e apoia fantasias de corpo perfeito, performance de kama sutra, orgasmos em todas as relações, parceiros perfeitos. Na hora do ai-meu-deus isso tudo se prova como lenda, mas ela não se convence e voila! Mais uma frustração.

A mulher conseguiu sua posição como indivíduo e agente social em todos os setores imagináveis, mas não concretizou uma idéia muito simples: Sexo é sexo. Não há conceitos complexos a respeito disso. É instinto básico.  Talvez, por ser tão simples sofre tanto descrédito. Não tem o que desvendar, pois ele é a resposta em si mesmo.

Criamos nossos próprios males e doenças quando tornamos as coisas simples da vida em enigmas. E passamos a vida inteira achando que não os desvendamos, quando está tudo tão explicito.

Há muitas mulheres com disfunções fisiológicas e qualquer avanço da medicina em prol da melhora na qualidade de vida dessas pessoas é essencial. Mas meu palpite que o problema está na cabeça da maioria, escravas de si mesmas e em seus próprios preconceitos.

Quem sabe fazendo essa revolução, muitas mulheres optem por assumir seus papéis de forma mais tranquila, sem se cobrar tanto ou cobrar do outro? Quem sabe ela queira voltar pra cozinha, sem que isso pareça uma heresia diante de tanta revolução? É para se pensar…

Inspira, emociona… eleva!

Publicado: 6 junho 2010 em Música
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The more you see the less you know
The less you find out as you go
I knew much more then than I do now

Neon heart dayglo eyes
A city lit by fireflies
They’re advertising in the skies
For people like us

And I miss you when you’re not around
I’m getting ready to leave the ground

Oh you look so beautiful tonight
In the city of blinding lights

Don’t look before you laugh
Look ugly in a photograph
Flash bulbs purple irises
The camera can’t see

I’ve seen you walk unafraid
I’ve seen you in the clothes you made
Can you see the beauty inside of me?
What happened to the beauty I had inside of me?

And I miss you when you’re not around
I’m getting ready to leave the ground

Oh you look so beautiful tonight
In the city of blinding lights

Time time
Won’t leave me as I am
But time won’t take the boy out of this man

Oh you look so beautiful tonight
In the city of blinding lights

The more you know the less you feel
Some pray for others steal
Blessings are not just for the ones who kneel luckily


Ganhei um Daruma-san de uma pessoa muito querida e estou imensamente feliz por isso. Eu sou fascinada pela cultura oriental e há tempos gostaria de ganhar um.

O Daruma-san é um talismã muito especial, pois representa resistência, obstinação e alcance da meta dentro da cultura oriental.

Reza a tradição que um monge desejava chegar ao estado de iluminação e passou a medidtar em frente à parede de um templo. Após 09 anos seu objetivo foi alcançado e ele conheceu a essencia da vida.  Sem esperar, fundou a religião Zen Budista.

Por volta do século XII as primeiras representações do monge passaram a ser feitas, mas só chegou ao formato como conhecemos hoje por volta do século XIV.

Funciona assim: Pinta-se um dos olhos e faz-se um pedido… É preciso deixá-lo em um lugar visível, pois assim o desejo sempre será lembrado. Quando for atentido, pinta-se o outro olho em sinal de agradecimento e oferta-se o bonequinho a alguém querido para que ele leve sorte e boas vibrações ao presenteado.

O meu ainda está caolho, mas logo serei atendida! Estou persistindo nisso…

E para quem ficou curioso sobre o título da postagem, aqui vai a tradução:

“Caia 7 vezes, mas levante 8″.

;-)

Sim ou Não. 0 ou 1. Preto ou Branco. Quente ou Frio. Estão vetadas, terminantemente, conjunções adversativas, dízimas, tons de cinza e mornos. Eu não sei ser meio termo, meia verdade, mais ou menos. Não sei ser metade. Não quero.